Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008
Terça-feira, 21 de Outubro de 2008
projeto the go kart! > homemade go kart
Humilhados e discriminados pela sociedade, abandonamos nossa postura arrogante e descemos de nossos pedestais de volta à fase de projeto. Nossos caros laptops e instrumentos de medição de alta tecnologia falharam em construir a máquina kart.
A matemática, arte por nós tão estimada, havia nos traído. Só nos restava lançar mão da velha prancheta e tentar resgatar algo que há tempo havíamos perdido: a construção pelo instinto, se preferirem, pelo coração.
Animados por essa nova perspectiva, arriscamos um novo projeto o qual riscamos no papel com grande esperança:

Sim, sabemos que parece pomposo e ousado, mas naquele momento não era possível descer mais baixo. A única alternativa era mirar os degrais mais altos e galgar até onde fosse possível.
Sem planejar muito além do esquemático visto acima, partimos para a execução. Para tanto seria necessário uma máquina de solda. Roubamos esta de um conhecido que viajou para a Europa para se tratar de uma moléstia que o acomete.

A máquina de solda emite radiações muito perigosas, o senhor Sato sabia muito bem disso, e nos explicou a importancia de nunca deixar de usar toda proteção necessária.

Ainda que estivéssemos em situação moral precária pelo fracasso da versão 1 de nosso kart, nossas exigências por qualidade nunca foram abaladas, dessa forma, os materiais necessários para a construção desse segundo projeto só poderiam ser oriundos do mais requintado depósito de sucata da região, o BIM; Para os interessados:
http://www.sucatasbim.com.br/



Abaixo vemos como o eixo traseiro foi fixado:


Essas peças em L foram criadas para formar os eixos dianteiros:

Peças de um cardan de automóvel foram usadas para sustentar os eixos dianteiros.
O cardan é um sistema de transmissão de torque muito utilizado em veículos com tração 4x4. Montado, ele se parece com isso:

cardan do Daileon

Repare que usamos a parte que parece uma mão dos bonecos lego para sustentar os eixos dianteiros:




Nessa nova versão, apostamos em manter o eixo traseiro fixo e tracionar apenas uma roda.
As rodas traseiras têm rolamento embutido, assim foi fácil montá-las no eixo:

A estrutura básica estava formada:

E como nos surpreendemos na janta daquele dia.
Como estávamos impossibilitados de preparar comida em virtude do extremo cansaço, fomos obrigados a pedir China in box. A fortuna em pessoa nos deu uma mostra de sua existência, mandando uma mensagem através de um biscoito da sorte, um sinal de que o plano metafísico tem um olho na equipe do sexy projects.
Este foi o papel retirado do biscoito na janta do dia em que terminamos a estrutura básica de ferro do kart:

Destino, obra do diabo, cabeça de burro enterrada, mandinga? Fique com essa manga para chupar.
Postamos esse arquivo dia 21/10/2008. Por hora, nossa escalada nos levou até aqui:


A matemática, arte por nós tão estimada, havia nos traído. Só nos restava lançar mão da velha prancheta e tentar resgatar algo que há tempo havíamos perdido: a construção pelo instinto, se preferirem, pelo coração.
Animados por essa nova perspectiva, arriscamos um novo projeto o qual riscamos no papel com grande esperança:

Sim, sabemos que parece pomposo e ousado, mas naquele momento não era possível descer mais baixo. A única alternativa era mirar os degrais mais altos e galgar até onde fosse possível.
Sem planejar muito além do esquemático visto acima, partimos para a execução. Para tanto seria necessário uma máquina de solda. Roubamos esta de um conhecido que viajou para a Europa para se tratar de uma moléstia que o acomete.
A máquina de solda emite radiações muito perigosas, o senhor Sato sabia muito bem disso, e nos explicou a importancia de nunca deixar de usar toda proteção necessária.
Ainda que estivéssemos em situação moral precária pelo fracasso da versão 1 de nosso kart, nossas exigências por qualidade nunca foram abaladas, dessa forma, os materiais necessários para a construção desse segundo projeto só poderiam ser oriundos do mais requintado depósito de sucata da região, o BIM; Para os interessados:
http://www.sucatasbim.com.br/
Abaixo vemos como o eixo traseiro foi fixado:
Essas peças em L foram criadas para formar os eixos dianteiros:
Peças de um cardan de automóvel foram usadas para sustentar os eixos dianteiros.
O cardan é um sistema de transmissão de torque muito utilizado em veículos com tração 4x4. Montado, ele se parece com isso:

cardan do Daileon

Repare que usamos a parte que parece uma mão dos bonecos lego para sustentar os eixos dianteiros:

Nessa nova versão, apostamos em manter o eixo traseiro fixo e tracionar apenas uma roda.
As rodas traseiras têm rolamento embutido, assim foi fácil montá-las no eixo:
A estrutura básica estava formada:
E como nos surpreendemos na janta daquele dia.
Como estávamos impossibilitados de preparar comida em virtude do extremo cansaço, fomos obrigados a pedir China in box. A fortuna em pessoa nos deu uma mostra de sua existência, mandando uma mensagem através de um biscoito da sorte, um sinal de que o plano metafísico tem um olho na equipe do sexy projects.
Este foi o papel retirado do biscoito na janta do dia em que terminamos a estrutura básica de ferro do kart:

Destino, obra do diabo, cabeça de burro enterrada, mandinga? Fique com essa manga para chupar.
Postamos esse arquivo dia 21/10/2008. Por hora, nossa escalada nos levou até aqui:
A ilustração abaixo representa o modelo para aparência final estimada para o kart, tudo no melhor estilo Ed "Big Daddy" Roth.
Sábado, 27 de Setembro de 2008
projeto teste kart > homemade go kart
Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008
projeto the go kart! > homemade go kart
Anos atrás tivemos essa idéia de fazer um veículo que se assemelhasse a um carrinho de rolimã, só que motorizado.

A primeira parte do veículo comprada foi esse velho motor estacionário Yanmar de 3.4 hp.
Comprado o motor, arrumamos umas rodas com pneus. Estas são inapropriadas para a finalidade em questão.
A estrutura principal do kart é de barra quadrada de 30 mm, comprada em ferro-velho.
Usamos chapa de zinco daquelas de calha para fazer as buchas que prendem os rolamentos no eixo traseiro.
Braçadeiras garantem que a bucha não escorregue.
Como os mancais para fixar rolamentos do ferro-velho estavam muito caros ( 75 reais a peça) decidimos fazer nossos próprios mancais; por que não?
Uma das barras da estrutura estava meio torta, tivemos que ciborgar o item utilizando a prensa de bancada do Seu Pedro, o marceneiro maravilha.
Para finalizar a estrutura e possibilitar o assentamento do piloto, utilizamos compensado de 18mm de espessura.

O eixo da frente já estava pronto, era de um projeto mais antigo.
14/08/2008 - É o que temos até o momento
Encontramos nas caixas de sucata uma roldana que parecia ser perfeita para operar como polia motora.

O eixo do motor tem um furo no centro, o que facilitou a fixação da roldana, mas como o motor é velho, a rosca desse furo estava severamente enferrujada. Tivemos que usar uma ferramenta chamada macho para retomar os dias de glória da rosca.
Para fazer a roldana movida usamos uma roda de carriola.


Feito isso, passamos a nos preocupar com a fixação do motor no chassi.
Feito isso, passamos a nos preocupar com a fixação do motor no chassi.
O sistema de fixação deveria permitir que o motor inclinasse para frente e para trás, posteriormente explicaremos o motivo.

Depois de medido o local onde o motor deveria ser fixado compramos uma correia adequada, é de alternador de algum carro, fusca achamos.

As três próximas imagens ilustram como funciona a embreagem do kart. Elas também explicam o motivo pelo qual o suporte do motor deveria possibilitar que ele inclinasse.
No estado natural do motor o kart está "engatado", isto é, sem inclinar pra frente, a correia fica tensionada da forma correta, como mostra a primeira foto:
Mas quando o motor é alavancado, ele inclina para frente e a correia fica solta.
Quando se inclina o máximo possível para a frente, a correia fica tão solta que é impossibilitada de girar as polias, o kart é "desengatado".
A embreagem será operada por uma alavanca. O motorista a segura como se estivesse controlando um motor de popa.
O acelerador do carro funcionada por cabo. Quando apertamos a peça feita a partir de um freio de bicicleta, ela puxa o cabo.
Esse rolamento que vemos na foto abaixo é retirado de um HD de computador, sua função é permitir que o cabo de mova com menos atrito, para dizer de forma simples.
Quando o cabo é puxado ele move uma peça que fica presa ao motor, uma vez que essa peça é movida ela atua no carburador, naquela pecinha que faz entrar mais gasolina e ar no pistão.
Soldaremos essas peças ao eixo traseira para a fixação das rodas:
Note que os quatro parafusos da roda encaixam nos quatro furos da peça vista na foto acima.
Quinta-feira, 6 de Setembro de 2007
projeto pimp my master > master de oro
Trabalhamos para uma empresa que fez cerca de 30 jogos para o mater system 3.
Cada um dos membros da equipe comprou uma dessas maravilhosas máquinas de diversão:


Dois projetos foram eleitos para personalizar o sistema mestre. O primeiro deles é o master na caixa, as fotos dispensam maiores explicações:
Cada um dos membros da equipe comprou uma dessas maravilhosas máquinas de diversão:
Dois projetos foram eleitos para personalizar o sistema mestre. O primeiro deles é o master na caixa, as fotos dispensam maiores explicações:
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